Vocês conhecem o site senhortanquinho?
Ele é administrado por 2 amigos, o Guilherme e o Roney
Eu conheci os meninos a uns 3 anos nas redes sociais, dentro dos grupos paleo e low carb que administro.
Aprendi a admirar os meninos do decorrer dos anos pela postura e pelo trabalho bem sucedido.
Já fizemos várias parcerias e certamente faremos outras.

Eu não sei vocês, mas sempre tive curiosidade de saber como o senhortanquinho começou e como os meninos administram o dia a dia deles. Por isso propus esta conversa. Eles toparam, mandei algumas perguntas e eles responderam em forma de vídeo.
Vamos assistir?

Com muito carinho e eficiência, eles transcreveram o video em texto. Quem preferir ler ao inves de ouvir, segue a transcrição:
Introdução
Guilherme: Oi, pessoal, meu nome é Guilherme
Roney: E meu nome é Roney
E, como você já deve saber, nós somos os fundadores do Senhor Tanquinho.
Guilherme: Na verdade ,nós estamos aqui nos apresentando de novo porque esse vídeo foi devido ao convite da nossa amiga Dirlene D’Addio, a Didi D’Addio, do Blog Deli Art Cake Creations.
Ela convidou a gente para se apresentar e falar um pouco sobre nós para o público dela – e é isso que nós vamos fazer ao longo dos próximos minutos.
Roney: E nós quisemos aproveitar e também disponibilizar este mesmo vídeo aqui para você que nos acompanha no nosso canal do Youtube porque talvez tenha algumas coisas que você não saiba sobre a gente, além de algumas dicas e insights que você pode pegar com as nossas respostas às perguntas da Didi.
Guilherme: Até porque, no vídeo de hoje, vamos falar um pouco sobre a nossa história.
Mas também vamos falar algumas dicas práticas que a gente tem:
sobre a nossa relação com receitas,
sobre como maximizar a culinária, minimizando o tempo de preparo,
e até mesmo sobre como é tocar um site, trabalhar em dupla e ser empreendedor.
Então, é um vídeo bem recheado e nós esperamos que você tire bastante valor dele assistindo até o final.
Então vamos lá!
A primeira pergunta da Didi é:
“Como vocês conheceram a Dieta Low-Carb?”
Roney: Acho que essa pergunta em especial sobre como a gente começou nesse mundo de dietas baixas em carboidratos pode ser respondida primeiramente pelo Guilherme.
Afinal, foi ele quem me apresentou também esse maravilhoso mundo Low Carb e ele conheceu essas coisas quando estava na Holanda.
Guilherme: Como você talvez já tenha ouvido em qualquer outro lugar, como o nosso Podcast #001, tudo começou porque eu sempre fui uma criança gordinha, e depois um adolescente gordinho.
Até teve uma fase em que eu emagreci quando cresci mais, mas depois de adulto voltei a engordar em ritmo alarmante.
E eu digo alarmante não porque eu fosse muito gordo ou muito obeso, mas sim porque apesar de eu tentar fazer tudo certo, comendo grãos integrais, arroz integral, controlando porções e comendo a cada três horas, eu continuava ganhando peso independentemente do que eu fizesse.
E foi quando eu morava na Holanda que eu acabei conhecendo um outro tipo de alimentação, que jogava tudo isso que eu acreditava de cabeça para baixo.
No caso foi o livro Four Hour Body, do autor americano Tim Ferriss e ele falava da dieta Slow Carb.
Ela é um pouco diferente da Low-Carb porque ela permite leguminosas e permite um dia livre todas as semanas, mas os pontos principais também que fizeram a diferença foram eu parar de me preocupar em comer a cada duas ou três horas, e parar de me preocupar com as quantidades de comida e começar a focar na qualidade.
Então ele proibia alguns alimentos que eu achei que eram super saudáveis como aveia, bananas e arroz integral, mas ele falava para eu focar mais em proteínas, gorduras e saladas e esse foi só o começo para nós começarmos a estudar, ficarmos mais curiosos e descobrirmos mais sobre a dieta Low-Carb.
Roney: Bom, a partir daí, eu via os resultados do Guilherme e achava espetacular como ele estava emagrecendo.
Porque eu já conhecia ele tinha uns bons anos, e ele sempre tinha sido gordinho na minha visão, e de repente ele estava emagrecendo.
Então a gente começou a estudar, ler um pouco mais sobre o assunto e acho que seguimos o curso natural da maioria das pessoas: começamos com a Slow Carb, conhecemos e migramos para algo mais Low-Carb, que já excluía as leguminosas, mas incorporava mais queijos ao dia-a-dia, por exemplo; depois conhecemos o jejum intermitente e por aí foi. Foi uma evolução meio que natural da coisa, sempre lendo mais e conhecendo mais.
E foi à partir daí que nós quisemos criar um site, o que nos leva à segunda pergunta que a Didi nos fez, que é…
“Como surgiu a ideia do Senhor Tanquinho?”
Guilherme: Após mais ou menos um ano que eu já estava nesse tipo de alimentação, já tinha tido resultados incríveis com a dieta Slow Carb e perdido mais de 16 quilos de pura gordura e, com o tempo, foi mudando a minha alimentação também, me tornando mais Low-Carb e mais Paleo, por eliminar alguns processados; comecei a adotar um protocolo de jejum intermitente porque eu tinha preguiça de cozinhar de manhã e fui vendo como tudo isso se encaixava numa vida que não só é mais saudável, mas me permitia manter uma forma física melhor e dava menos trabalho do que o que eu fazia antes.
Então nós ficamos bem revoltados de não termos acesso a essas informações em português. Todos os nomes que eu, pessoalmente, lia e os livros que eu tinha acesso, eram todos em inglês e nós quisemos difundir essa mensagem para o público que falava português. Na época nós não conhecíamos os tantos blogs bons que existem, que eram menos populares, então nós quisemos criar o nosso.
“Vocês falam com pessoas que querem emagrecer, com pessoas que querem secar e definir, com homens e mulheres. A proposta é a mesma desde o começo ou foi mudando com o tempo?”
Roney: Atualmente nós podemos dizer que a maior parte do nosso público é composta por mulheres que desejam emagrecer.
Mas é claro que tem muita gente que nos acompanha também que é homem e isso nós conseguimos até ver pelas mídias sociais, a divisão mais ou menos, cerca de 70 a 80% mulher e o restante de homens – e a maioria quer emagrecer justamente porque o nosso conteúdo atualmente é mais voltado para quem quer emagrecer.
Mas também têm pessoas que querem atingir uma maior definição muscular ou que querem atingir uma melhor saúde, mas que não precisam emagrecer, que também seguem o nosso trabalho.
Sobre nós termos sempre abordado isso no site? Na verdade, não.
Como o próprio nome já sugere, Senhor Tanquinho, nossa ideia inicialmente era mais voltada para um público que queria hipertrofia e definição muscular.
Mas com o tempo nós fomos vendo que nós poderíamos ajudar mais pessoas e que tinha uma lacuna maior nessa área de pessoas que desejavam emagrecer e atingir maior saúde.
E nesses três anos e meio o site foi migrando um pouco mais para esse lado de emagrecimento do que hipertrofia muscular.
Guilherme: Acho legal dizer dessa questão também que nós começamos a escrever o blog que nós gostaríamos de ler.
Então se é o Senhor Tanquinho, igual o Roney falou, que era um homem que queria definir e para isso o que você precisa?
Para ter um corpo legal, você precisa perder o excesso de gordura. Então tinham artigos de emagrecimento; e precisa ganhar massa muscular, então também tinham artigos mais voltados à hipertrofia.
E a gente começou quebrando mitos sobre todo tipo de assunto: sobre suplementos alimentares, frequência de alimentação – comer de três em três horas – e com o tempo a gente foi realmente migrando para essa direção.
Hoje em dia tem até artigos que dizem mais respeito a problemas específicos de saúde como, por exemplo, nós já convidamos uma nutricionista que escreveu sobre Diabetes tipo 2; nós traduzimos um artigo de uma mestre em Nutrição americana sobre esteatose hepática; nós também temos artigos traduzidos sobre doença autoimune – tireoidite, como o hipotireoidismo de Hashimoto, por exemplo – FODMAPS, então são muitos artigos que nós estamos trazendo também porque a nossa intenção é ajudar as pessoas a viverem vidas melhores e mais saudáveis.
“Vocês cozinhavam antes do Senhor Tanquinho?”
Roney: Vou responder primeiro no meu caso e depois o Guilherme fala do dele.
Inicialmente, eu não ligava muito.
Quando criança eu não ligava muito para isso de cozinhar, mas depois na adolescência e a partir dos vinte e poucos anos eu comecei a me interessar mais por essa parte de cozinhar.
Às vezes eu me arriscava a fazer um omelete, fazer uma receita em casa, mas não ia muito para a cozinha – até porque eu morava com a minha mãe e ela não gostava muito que eu mexesse na cozinha, e ela achava que eu ia deixar bagunça, que eu ia deixar sujo e aí para evitar qualquer tipo de atrito, eu evitava cozinhar.
Eu deixava para me arriscar mais quando nós íamos viajar, às vezes nós viajávamos com amigos ou alguma coisa do gênero e aí eu me arriscava um pouco mais na cozinha.
Mas de modo geral eu comecei realmente a cozinhar com mais frequência, consistência e me arriscar mais depois do Senhor Tanquinho, para as receitas do canal e principalmente depois que nós viemos morar aqui em Sorocaba, na nossa casa-escritório, que nós temos que fazer a nossa comida da semana.
Guilherme: Da minha parte, na minha casa ninguém nunca tinha o costume de cozinhar.
A minha mãe não cozinha nada praticamente até hoje, de vez em nunca frita um ovo e ainda não gosta de fazer isso.
Minha irmã também não cozinha.
Minhas avós não têm o costume também de cozinhar com muita frequência ou pelo menos de cozinhar bastante para a família, ou mesmo de ensinar essa arte.
Então eu nunca tive muito essa cultura de cozinhar, de me alimentar em casa, porém quando eu fui morar sozinho lá na Holanda, eu fui obrigado a cozinhar e fui logo de começo migrando os hábitos para a culinária mais voltada a Slow Carb.
E algo engraçado nesse ponto era que a Slow Carb consome muitas leguminosas, então eu cozinhava muito feijão e lá eu nunca consegui achar para comprar uma panela de pressão.
Parece que é uma coisa muito comum aqui no Brasil, mas na Holanda não era. Então um dos motivos para eu mudar para Low-Carb no começo é que eu tinha preguiça de ficar demolhando o feijão por horas e horas, para depois ficar cozinhando e ainda assim demorar várias horas.
Então eu comecei a pesquisar assim: “Ah, será que se eu tirar um pouco das leguminosas vai fazer mal? Será que baixo carboidrato faz mal?” e foi aí que eu descobri a Low-Carb. Então é mais uma curiosidade sobre essa culinária.
Mas é claro que hoje em dia, com o nosso dia-a-dia aqui na nossa cozinha do Senhor Tanquinho, tanto para as receitas, quanto para o básico, que é dia-a-dia, que é carne, salada, ovo; a gente cozinha muito mais.
“Vocês costumam cozinhar todos os dias ou só às vezes?”
Guilherme: Nós já passamos por várias fases aqui até na tentativa de ajustar o nosso gosto de cozinhar com o tempo que nós perdíamos com isso e nós ainda temos que tocar o site, fazer vídeos para vocês, e tudo o mais.
Então atualmente, que eu acho que é o modelo ideal, nós cozinhamos a maior parte do que vamos comer durante a semana, uma vez só; que é basicamente cortar os vegetais, refogar o que vai comer durante a semana, fazer uma carne moída que vai durar bastante… esse grosso que é o carro-chefe da nossa alimentação é feito de uma vez só, no domingo à noite, para a semana toda.
Roney: Mas é claro que o que nós fazemos no domingo à noite precisa ser complementado ao longo da semana. Então todo dia nós fazemos ovos, às vezes ovos fritos, às vezes ovos mexidos, às vezes ovos cozidos; para complementar a carne moída e os vegetais e também fazemos as receitas durante a semana, que são as receitas low-carb que vão para o canal do Senhor Tanquinho.
Guilherme: Então, de certa forma, o principal da culinária que é o que gasta mais tempo, nós colocamos tudo num dia só e outras coisinhas pequenas como omelete, ovo frito, às vezes fritar um bife, se for o caso, ou fazer as receitas do canal, nós gravamos durante a semana.
“As receitas de vocês fazem o maior sucesso nas redes sociais, tanto que vocês já lançaram vários e-books de receitas que todo mundo ama. Conta para a gente quais são os produtos e como surgiram a ideia dos e-books.”
Roney: Bom, a ideia dos livros de receita surgiu porque nós sempre víamos as pessoas reclamando de falta de criatividade, de falta de ideias do que comer nas refeições quando você começava a ser Low Carb…
Porque a pessoa muitas vezes está acostumada a comer massas, pão e quando passa a ser Low-carb, tem que evitar esse tipo de alimento – então existe alguma dificuldade, principalmente no caso do café da manhã low-carb.
O nosso primeiro produto foram os cardápios: o cardápio Low-Carb e o cardápio Paleo.
Nisso nós vimos que as pessoas não tinham dificuldade de seguir o almoço e o jantar… Até porque é fácil você comer ovos, carnes feitas das mais diversas maneiras, saladas e legumes refogados e fazer combinações entre esses alimentos.
Mas, por outro lado, é um pouco mais difícil você ter ideias e criatividade para o café da manhã e o lanche da tarde, em que o costume do pão com margarina é muito enraizado. Foi a partir daí que nós tivemos a ideia: “Bom, vamos fazer um livro de receita para solucionar essa questão”.
Guilherme: E esse livro de receitas é super legal porque tem muita opção mesmo: tem smoothie, tem tortas, pães, tem receitas com ovo também porque ninguém é de ferro, tem receitas mais para o doce, mais para o salgado, então é muito legal porque o público realmente gostou das opções que nós oferecemos.
E hoje em dia, para falar de pão, nós temos um livro grátis que nós disponibilizamos com treze receitas de pão Low Carb e que você pode baixar clicando no link que nós iremos colocar aqui embaixo também.
“Como é trabalhar em dupla? Pois a maioria das pessoas que conheço que tem sites administra tudo sozinho e eu creio que ter duas pessoas focadas no mesmo projeto é bastante enriquecedor, mas devem acontecer alguns perrengues. Vocês podem dividir algum conosco?”
Guilherme: De modo geral, é bem tranquilo para a gente. É claro que surgem divergências sobre um ponto ou outro, e às vezes a gente passa bastante tempo conversando para decidir.
O que não aconteceria se fosse uma pessoa só trabalhando, mas como os dois têm como foco a qualidade do site, e ajudar as pessoas, então fica bem fácil.
Até porque tem uma vantagem que não é muito citada: o fato de cada um ter as suas forças e as suas fraquezas, e elas podem ser complementares.
Então se tem alguma tarefa que um gosta mais e o outro gosta menos fica muito mais fácil de fazer do que se uma pessoa só tivesse que fazer tudo.
Roney: E até quando a gente tem atrito… não é bem atrito, quando cada um quer uma coisa diferente para um determinado ponto, o que acaba acontecendo é que a gente senta para discutir e acaba chegando a uma solução que muitas vezes é melhor do que a opinião individual de cada um antes dessa discussão.
Então a meu ver, não tem ponto negativo nisso de a gente trabalhar em dupla.
É uma vantagem que a gente tem um pensamento bem alinhado com relação aos nossos objetivos e ao que a gente quer para o site.
E outro é que a gente tem a consciência de que a gente não teria chegado até aqui, ou talvez já tivesse até desistido do site se a gente não estivesse em dupla.
Principalmente o começo foi bem complicado, nossas famílias não estavam muito felizes com a ideia de a gente largar a engenharia para montar um site.
Foi uma época de muito atrito, tanto dentro da minha casa, quanto da casa dele e talvez se não tivesse um dando força para o outro falando: “Não, a gente vai conseguir, vai dar certo” quando o outro estava mal, talvez a gente não tivesse nem saído dessa fase inicial do site.
Guilherme: A verdade é que pode ser muito difícil ter uma parceria de sucesso, ainda mais quando duas pessoas têm egos e personalidades que são fortes, mas no nosso caso, na minha opinião, a gente deu bastante sorte nesse ponto.
Porque os dois têm uma certa flexibilidade com as ideias e conseguem se adaptar para pensar no melhor do site.
E o máximo que acontece é alguma gafe, por exemplo, a gente vai postar no Dia dos Pais, Dia das Mães, cada um passa com a sua família, cada um posta um prato de comida e os dois estão cada um comendo uma coisa e fica com dois almoços, mas nem diria que é um perrengue, é só uma gafe que pode acontecer às vezes.
E acho que isso faz uma ponte bem legal para o mundo da alimentação também porque muitas vezes fica difícil você seguir a sua jornada sozinho.
Às vezes você não tem apoio da família ou das pessoas próximas, então se você tiver alguém que pensa parecido com você, que te dá motivação e que tem os mesmos objetivos, isso pode ajudar você.
Assim como no mundo dos negócios, pode ser muito difícil você empreender sozinho, pode ser mais difícil ainda se você tiver alguém que não bate com você, que só tem conflito o tempo todo – e é igual no caso das dietas.
Se você quiser fazer dieta sozinho é difícil, mas se você quiser fazer dieta e as pessoas ao seu redor tentam sabotar a sua alimentação dizendo que comer gordura vai te matar, ou que você está fazendo uma coisa de gente obcecada, que isso não é saudável, que não é normal excluir massa… isso é pior ainda do que você simplesmente não ter ninguém.
Roney: Bom, então é isso. Acho que a gente respondeu todas as perguntas da Didi e se você que está vendo esse vídeo tiver mais alguma pergunta, pode deixar aqui nos comentários ou mandar para a gente por e-mail que a gente vai responder.
E não deixe de acompanhar a gente nas outras mídias sociais: no Facebook, no Instagram e também no YouTube, não deixe de seguir a gente. Você vai encontrar a gente em todo lugar como Senhor Tanquinho.
Guilherme: É super legal dizer que no Facebook e no Instagram a gente tem conteúdo novo todos os dias e aqui no YouTube a gente posta vídeo novo toda segunda e quinta, então se você quiser uma motivação a mais, uma dica de receita ou um pouco mais de conhecimento para você aprender cada vez mais e se desenvolver: segunda e quinta à noite você pode contar com o nosso canal e qualquer coisa escreva para a gente: contato@senhortanquinho.com
Roney: Esperamos que você tenha gostado desse vídeo. Um forte abraço, do Senhor Tanquinho.

Fofos, não é mesmo?

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